Para falar de gente, de seres humanos, do bicho humano perfectível, apesar de tudo. Do Animal sapiens, mas a partir de agora do "Homo spiritualis", com sua fé e religiosidade muitas vezes confusa, gerando preconceitos, discriminações.

30
Dez 12

Pela nossa forma de contar a passagem do tempo, vem aí mais um ano. Não será um ano melhor do que esse que finda, pois os sinais são inequívocos quanto a problemas econômicos, financeiros, desemprego, o aumento do 'precariado', os problemas climáticos, as convulsões sociais reprimidas pelas 'nobrezas' de cada país, sob o pretexto de manter a ordem e a segurança pública; mas na verdade é tentar impedir as indispensáveis mudanças (e não reformas) do atual sistema econômico que tem na sociedade e no ser humano, apenas subprodutos.

 

Mas, que venha 2013 ! E que cada um/a saiba torná-lo mais leve, feliz, próspero e bem sucedido !!

 

- por Paulo Santos

publicado por animalsapiens às 09:52

09
Dez 12

Cada vez mais frequentes, os casos de mortes durante ou em consequência de cirurgias estéticas não deixam de nos fazer pensar nos valores superficiais e rasos que norteiam a vida de muita gente. O desprezo pelo conhecimento em tempos como os nossos, com internet e tudo o mais que pode facilitar o acesso à boa informação, basta saber procurar, e isso não ocorre ... as pessoas parecem preferir a ignorância falsamente protetora.

 

Se a vida perdoa os simples, mas não os ingênuos, como diz a sabedoria popular, deveria haver um mínimo de bom senso em certas cabeças para que se veja que o risco não compensa. Um pouco mais de gordura aqui ou ali é, e sempre foi, coisa normal no ser humano. Então por que aventurar-se a um procedimento cirúrgico que traz riscos?

 

Ser, ter ou parecer? Vivemos tempos em que 'parecer' tem sido o mais importante. A preocupação com a imagem demonstra uma forte distorção nos verdadeiros valores que sustentam uma existência. O consumo desenfreado, a negação do 'outro', viver como se não fosse morrer, ter informações com a profundidade e vastidão de um pires ... Colapso civilizatório. Recomecemos!

 

- por Paulo S.

publicado por animalsapiens às 17:24

07
Dez 12

"A vida são dívidas. A vida são coisas muito compridas." - Tutaméia / J. G. Rosa

publicado por animalsapiens às 09:43

03
Dez 12
Se o time de futebol preferido vence (ou perde), se alguém morre, se alguém nasce, se uma bala perdida atinge alguém, se há aprovação no concurso, se alguém quebra uma perna, perde dinheiro ou ganha na loteria etc. etc. ... tudo é vontade de Deus? Parece que se banalizou a ação humana, a vontade humana e o bom ou mau uso da livre escolha, com todas as suas consequências possíveis e prováveis ... Ninguém é responsável por nada.

Atribuir tudo à vontade de um Deus (ou de um deus) caprichoso ou voluntarioso, bondoso ou vingativo, é uma demonstração de infantilização e desconhecimento dos resultados das ações e das omissões humanas.

Se houver uma guerra ou um colapso ambiental, ou qualquer coisa parecida, certamente o bicho homem tem lá sua parcela de responsabiliddade nisso. E não importa se foi um amigo ou um parente que partiu para o 'andar de cima', isso acontece, sempre, desde sempre. A morte também é parte da vida, e não 'vontade de Deus'.

- por Paulo Santos
publicado por animalsapiens às 09:39

01
Dez 12
Existem pessoas com a sensibilidade à flor da pele ...

Recebi o texto abaixo (http://doidademarluquices.blogspot.com.br/2012/11/um-punhado-de-reflexoes.html) e republico aqui para apreciação.
.............................

UM PUNHADO DE REFLEXÕES

Só deseja um amor saudável, quem já viveu uma paixão dilacerante. Porque a paixão corroía tudo por dentro até tirar o fôlego, mas até a dor parecia bonita: aquele único instante de felicidade com o Outro compensava o
s trezentos outros de infelicidade. Só deseja ter um dia tranquilo, sossegado, quem tem a intensidade à flor da pele, quem acorda suspirando a vida, devorando o dia, se lambuzando de tudo sem conseguir tocar nas coisas com a ponta dos dedos. Só deseja constantemente a companhia das palavras quem escreve. Para estas, o silêncio nunca é mudo, é sempre uma possibilidade. Só consegue vislumbrar a paz quem se investiga, quem tem Consciência do que deseja e pode ou não obter, quem aprendeu a lidar com o imediatismo.
A escrita ensina a esperar, a escutar a letra da música e depois a melodia, juntas e separadas. A escutar a história do Outro sem fazer intervenções antes da conclusão. A compreender que os espertinhos são aqueles que sempre vão terminar levando uma rasteira da própria ingenuidade, porque perderam a inocência. Só consegue acordar para a vida, quem viveu solitário e insone dentro de uma noite interminável e caminhou sonolento pelo resto do dia, quem perdeu o sol. Só consegue apreciar a nudez, quem não é vulgar. Quem percebe com naturalidade que um corpo é como uma árvore, que o seu ambiente é extensão do meio ambiente e que, juntos, ambos são um ambiente inteiro. Só julga acidamente os Outros o tempo todo quem é recalcado. Quem se aprisionou na ideia do que é ridículo e não consegue suportar um ser autêntico. Só consegue ser irônico, quem é inteligente. Só consegue ser doce, quem já foi ferido e curado pela espiritualidade.
Só consegue o que quer os que têm desejos justos. E acreditam.

Marla de Queiroz


publicado por animalsapiens às 10:08

30
Nov 12

"Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência, poderiamos ganhar, por simples medo de arriscar". (Autor desconhecido)

publicado por animalsapiens às 09:45

22
Nov 12

"Amar é querer se unir a uma pessoa futura, única, a mesma do passado?" - G. Rosa / Tutaméia

publicado por animalsapiens às 09:56

17
Nov 12

MORA NA FILOSOFIA

 

Para Sócrates a essência da filosofia é o conhecimento de si mesmo. Sem que se saiba de si, como saber dos outros? O bom julgador a si se julga, não é mesmo? Cristo santificou o axioma com a resposta que deu a Pilatos, quando perguntado: “O que é a verdade?” “Eu sou a verdade”, Ele respondeu, dando a entender que cada um de nós só pode verdadeiramente conhecer a si mesmo e a mais ninguém. “Eu sou eu e a minha circunstância” – é o que Ortega y Gasset acrescenta ao postulado socrático. A pessoa pode até insurgir contra o que o mundo faz de sua vida, pode indignar, espernear e tentar com ou sem êxito, mudar o mundo, mas acabará confirmando que assumiu a circunstância, mesmo repudiando-a. Queiramos ou não, temos que viver a partir dela. O samba“Mora na Filosofia”, de autor por mim desconhecido, tem lá seu significativo refrão: “Por que rimar amor e dor?”

 

Baruch Spinosa, o mais legível dos filósofos, disse mais ou menos assim: se você aliena a interioridade e cai nos braços da exterioridade, passa a viver fora de si, perde o amor próprio e pode ganhar o ódio dos outros, chegando até mesmo à beira da morte, dentro do perigoso rio das peripécias letais. O ciúme, como o remorso, é um valor pejorativo, um sofrimento degradante, que foge ao âmbito do apetite e do desejo. Monstro dos olhos verdes, como se diz. Desamor de si mesmo pelo super-amor de quem talvez não o mereça? Entre Heidegger e William James fica o paradoxo comportamental na modernidade: a metafísica (o ser) e o pragmatismo (o ter). Paradoxo que pode ser ilustrado pela velha história de quando Deus quer fazer um carvalho, leva vinte anos; e quando quer fazer um pé de abóbora, gasta apenas poucos meses.

 

Kierkegaard: “Grande é alcançar o eterno, mas ainda maior é guardar o temporal depois de a ele ter renunciado (...) . O prodígio foi Abraão e Sara terem sido bastante jovens para manterem acesa a chama do desejo: foi a fé inquebrantável no valor mais alto que manteve neles o desejo e, com o desejo, a juventude”. Theodor W. Adorno: “A masoquista cultura de massa constitui a manifestação necessária da própria produção onipotente” (ele falava da ruindade musical de nosso tempo) “e corresponde ao comportamento do prisioneiro que ama a sua cela porque não lhe é permitido amar outra coisa”. Friedrich W. Nietzsche (cito de memória): “A tendência da filosofia é tornar-se cada vez mais política e até policial”. Michel de Montaigne cita Cícero para dizer porque amava outra pessoa: “O amor é o desejo de alcançar a amizade de uma pessoa que nos atrai pela beleza”. Essa pessoa, que ele amava, quem era? Ele não sabia explicar o quanto amava a quem amava, senão dizendo “porque era ela, porque era eu”.

 

Jean- Paul Sartre: “O homem está condenado a ser livre. Condenado porque não se criou a si próprio, livre porque uma vez lançado ao mundo, é responsável por tudo quanto fizer”. O progresso filosófico (como diz Richard Rorty) não é questão de resolver problemas ou penetrar em mistérios, mas sim, como disse Wittgenstein de “indicar à mosca a saída da garrafa na qual ela está presa”. Anaxímenes, da antiguidade grega: “Assim como toda ordem do mundo está bafejada de ar e brisa, nossa alma é como o ar que nos envolve e domina”. A verdadeira alegria é uma coisa muito séria, diz Sêneca, da antiguidade romana, que também disse: “Vive com os homens como se Deus estivesse vendo; fala com Deus como se os homens estivessem ouvindo”. E o brasileiro Sérgio Paulo Rouanet escreve: “Quanto a Freud, é impossível compreender a ressurreição contemporânea de velhas patologias como o fundamentalismo, o nacionalismo, o racismo, a agressividade interétnica e o terrorismo, tanto o Religioso como o de Estado, sem o auxílio de categorias freudianas como o narcisismo de grupo, a pulsão de morte, o medo de castração e a nostalgia da hora”.

 

Para concluir, algumas pérolas da sabedoria popular (traduzidas da erudita ou a erudita é que se valeu dela?): “Quem não tem couro, não faz trato com cuíca; quem toma a carapuça é porque lhe cabe; quem não pode com o pote, não põe a rodilha na cabeça; cumbuca de pimenta não perde o ardume; em terra de sapos, andemos de cócoras; quem fala do diabo, pisa no rabo; quem tem cabeça de cera não deve pô-la ao sol; Deus dá o toucinho, o Diabo tira o jirau; se tem formiga na escada, tem doce lá em cima; louvor em boca própria é vitupério; o prometer anda nas ancas do dar; quando se procuram porcos, até as moitas roncam; quem de mel se faz, as abelhas lhe lambem; quem o alheio veste, na rua o despe; terra movediça não cria limo.

 

Lázaro  Barreto/Minas Gerais

publicado por animalsapiens às 21:46

11
Nov 12

Sou do tempo em que crianças brincavam de guerra. Apenas brincavam, imitando o que viam naquela enxurrada de filmes vindos principalmente dos Estados Unidos, então em guerra contra o Vietnam. A guerra, vista assim de longe, na telinha, cercada de uma falsa aura de glória e coragem, passava a impressão de que era o ponto máximo a que um homem poderia chegar na vida.

 

Na adolescência pude ter contato com um senhor de certa idade, fugitivo de Angola, e que vivia num desses abrigos para idosos na capital mineira. Eram tempos de lutas pela libertação de Portugal. Eu morava quase ao lado da residência de um ex-combatente da segunda guerra mundial que, um dia, vendo-me passar pela frente de sua casa, como habitualmente fazia para ir trabalhar, insistiu para que eu lesse um certo fascículo do então popular Reader's Digest (Seleções), que trazia um longo trecho em português de Portugal, do diário de um sargento da Batalha de Waterloo, aquela que havia posto fim à carreira de Napoleão Bonaparte em 1815.

 

Assim que tive tempo, comecei a ler ainda meio sem vontade, mas sabia que ele gostaria de comentar o assunto depois. Foi assim o meu primeiro contato com a guerra verdadeira. A leitura do diário me pôs em contato com o momento vivido por aquele homem que descreveu o medo e a ansiedade que antecedia a batalha. Falava dos batalhões formados por milhares de soldados mais jovens e inexperientes, e da tremedeira ou diarreia que se espalhava por causa do medo do que estava por acontecer. Descreveu a batalha que teve um número imenso de mortos e feridos, e da necessidade de misturar veteranos com os novatos para estabilizar os pelotões. Falou de um oficial de cavalaria atingido em pleno peito por uma bala de canhão, e de outro que segurava as rédeas do cavalo com a boca por causa dos ferimentos nos dois braços. Citou a dificuldade das arremetidas da cavalaria por conta do número de mortos e das baionetas caídas no solo e que feriam as patas dos animais.

 

Com os anos aprendi que naqueles tempos as guerras aconteciam entre exércitos e não envolviam diretamente a população civil. Os campos de batalha eram escolhidos e lá se decidia entre soldados. Depois da segunda guerra mundial, as guerras já não escolhem claramente os alvos. Qualquer um, civil ou militar, é alvo potencial da artilharia, dos bombardeios e das rajadas de metralhadoras,, ... apesar de dizerem o contrário.

 

Hoje, estamos todos envolvidos nas guerras urbanas, alimentadas pelo narcotráfico, pelo tráfico de armas, pela fome, pelas neuroses, pela miséria moral e material, pela ineficiência do Estado em cumprir sua missão constitucional e pelo egoísmo de classe e de casta. Como dizem, saímos de casa candidatos a vítimas e voltamos como sobreviventes. A guerra não acontece mais lá, mas em toda parte.

 

- por Paulo Santos

 

 

 

publicado por animalsapiens às 09:50

10
Nov 12

De: "blog do ozaí" <comment-reply@wordpress.com>
Data: 10 de novembro de 2012 00:51
Assunto: [Novo post] A experiência da dor!



Antonio Ozaí da Silva publicou: "A dor começou sem aviso prévio. Insidiosa, despontou quando ele se dirigia para mais uma atividade acadêmica considerada importante, especialmente, pelos organizadores. Ele não costuma faltar, independente do referencial teórico e dos interesses envo"
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Novo post em blog do ozaí

A experiência da dor!

by Antonio Ozaí da Silva

A dor começou sem aviso prévio. Insidiosa, despontou quando ele se dirigia para mais uma atividade acadêmica considerada importante, especialmente, pelos organizadores. Ele não costuma faltar, independente do referencial teórico e dos interesses envolvidos. Aliás, ele não compreende a prática de uns e outros de comparecer apenas nos eventos da confraria com a qual se identifica. Ele não queria faltar. Poderiam imaginar que ele ‘boicotou’. Por que será que ele se preocupa com as maledicências? Talvez tenha levado muito a sério o conselho do florentino sobre a necessidade de manter as aparências. Mas, pensando bem, ele não é do tipo maquiavélico!

A dor se intensificou e, com ela, a certeza de que não poderia ficar no evento. De volta a casa, na esperança de que a medicação já costumeira lhe daria alívio, a dor atormentava-o. Finalmente, chegou e, para seu desalento, viu que estava só. A dor lombar indicava que poderia ser a coluna, nervo ciático. Já catedrático em dores nesta região do corpo, imaginou que se tratava de mais uma crise conhecida. Automedicou-se e aquietou-se na esperança de que a dor cedesse. A dor persistia. Não encontrava posição que a tornasse suportável e o relaxante muscular não surtia efeito. Deitou de bruços, de barriga para cima, de lado, em posição fetal... Não adiantou! A dor insistia e tornava-se insuportável.

Cerca de quatro horas depois que ela dera os primeiros sinais de que aquela noite seria inesquecível em sua vida, levaram-no ao hospital. O corpo contorcido e a expressão de dor não comoveram a funcionária e ele precisou aguardar os procedimentos formais burocráticos. Ele esperava e, ainda que a dor o torturasse, recordou dos ensinamentos de Max Weber sobre a burocracia. A dor humana não se sobrepõe às exigências da organização burocrática. Ainda que sofra, é preciso esperar. Em sua dor, ele compreendia o apego profissional da atendente. Afinal, a dor é parte do seu cotidiano. Sua atitude é impessoal e funcional.

Finalmente, o chamaram. Mas ainda não era o alívio que ele esperava, ou seja, a consulta médica e, de acordo com o procedimento padrão, a aplicação de um coquetel de medicamentos por aplicação endovenosa. Enganou-se, não chegara o socorro almejado. Numa situação de dor intensa tudo que se quer é a sua atenuação e eliminação. Em vez disso, a enfermeira mediu a pressão e disse que estava normal. Ainda bem! Como um pedido, educadamente, ela mandou-o de volta à sala de espera e disse que aguardasse o médico chamar.

A espera parecia uma eternidade. A dor teimava em atormentar o corpo e a alma. Finalmente, o doutor pronunciou o seu nome. Ele adentrou ao consultório e até sentiu-se melhor diante da possibilidade iminente de aliviar a dor. Contou ao médico o que sentia e até lembrou-se de detalhes que antecederam à eclosão da dor, os quais poderiam contribuir para o diagnóstico. Gentil e atencioso, o medico examinou-o e solicitou os exames de praxe. Encaminhou-o, então, para ser medicado. Era tudo o que ele queria. A cada gota que descia pelo equipo e introduzia-se na corrente sanguínea, a dor cedia e era substituída por uma sensação aliviante.

Os exames solicitados pelo médico confirmaram o diagnóstico: cólica renal. Coincidentemente, uma senhora sofria de dores semelhantes e, veterana, já sabia o que era. Tagarelava, talvez como um antídoto à dor. Ele mantinha-se em silêncio, de olhos fechados e mal a ouvia. Ainda assim, não esqueceu quando ela disse: “Cólica renal é pior que dor de parto!” Ela falava com propriedade, era mãe. Só lhe restava concordar! Em seu íntimo, sentiu-se solidário com as mulheres e profundamente agradecido àquela que o gerou e a quem o acompanhava e permaneceu ao seu lado o tempo todo. A dor é menos dilacerante quando não se está só!

A dor cedeu e ele foi dispensado, com o conselho de procurar um urologista. Três dias depois, ela retornou. Dessa vez, porém, era suportável. Sua companheira conseguiu agendar uma consulta de urgência com o especialista. Este o encaminhou para fazer uma ultrassonografia. Confirmou-se o diagnóstico do médico plantonista que o atendera. A causa da dor era um cálculo renal, a popular pedra nos rins, de 0,7 cm.

Diante do diagnóstico, o doutor indicou a necessidade de cirurgia. Ele recusou-se a seguir a orientação médica! Dias depois, foi acometido por dores na região abdominal. A experiência recente dizia-o que não era cólica renal. Após novos exames e ultrassonografia foi constatado que ele estava com outra pedra no corpo, desta feita alojada na vesícula. Admirou-se pela capacidade de produzir ‘pedras’ e pelo fato de se manifestarem quase que simultaneamente. A notícia boa é que a pedra renal não apareceu nas imagens do exame e tudo indicava que fora expelida. A preocupante é que terá que fazer cirurgia e retirar a vesícula. São os ‘presentes’ do passar do tempo, do cinquentenário!

Antonio Ozaí da Silva | 09/11/2012 às 23:50 | Categorias: reflexões do quotidiano | URL: http://wp.me/pDZ7T-wL

 

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publicado por animalsapiens às 09:58

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