Para falar de gente, de seres humanos, do bicho humano perfectível, apesar de tudo. Do Animal sapiens, mas a partir de agora do "Homo spiritualis", com sua fé e religiosidade muitas vezes confusa, gerando preconceitos, discriminações.

18
Fev 12

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Salário de professor e operador de escavadeira em edital do MT causa polêmica no Facebook



Do UOL, em São Paulo (você já deve ter visto, mas vale a pena insistir....)
  • Reprodução
    Montagem feita com o edital do concurso público da prefeitura de Vila Rica (MT) e publicada no Facebook
    Montagem feita com o edital do concurso público da prefeitura de Vila Rica (MT) e publicada no Facebook
A comparação entre os salários oferecidos em um concurso público da prefeitura de Vila Rica, no Mato Grosso, para professores e operadores de máquinas teve repercussão negativa nas redes sociais. Enquanto a remuneração inicial oferecida para um operador de escavadeira hidráulica, com ensino fundamental incompleto, é de R$ 1.291,98, o salário para um professor com ensino superior é de R$ 1.246,32.

A jornada de trabalho dos professores aprovados no concurso será de 30 horas semanais, já os operadores de máquina trabalharão 40 horas semanais.

Um perfil do Facebook divulgou uma montagem com a imagem do edital e, até o momento da publicação dessa matéria, a foto foi compartilhada por mais de 3 mil pessoas. Um dos usuários da rede social comentou: “É necessário uma mudança e valorização do ensino, assim como ampliar a possibilidade para todos terem acesso à qualificação, tanto profissional como acesso ao ensino publico superior de qualidade”.

Outros internautas se perguntam “se essa situação é possível”, enquanto alguns afirmam que “isso é Brasil”.
O piso salarial nacional dos professores é de R$ 1.187 para 40 horas semanais e vale para todos os docentes que atuem da educação infantil ao ensino médio. A CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) reivindica para esse ano um piso de R$ 1.937,26.
A reportagem do UOL entrou em contato com a prefeitura de Vila Rica e aguarda retorno, pois, segundo a atendente, o responsável só poderá falar no período da tarde.
http://rudaricci.blogspot.com/2012/02/salario-de-professor-e-operador-de.html

publicado por animalsapiens às 10:07

16
Fev 12

"Máscaras, é aquilo que se tira no Carnaval"

 

A frase é bem conhecida e cada vez mais confirmada pelos fatos.

publicado por animalsapiens às 10:25

O maior perigo que ronda as grandes crises sociais não é somente a guerra, ou as comoções sociais, os homicídios, a intolerância, a repressão policial, o terrorismo de Estado e coisas do tipo, embora sejam todas igualmente terríveis e inaceitáveis. O problema maior é que nos esquecemos da fragilidade humana. Diante de impedimentos aparentemente ou concretamente intransponíveis, o ser humano desiste e foge para inúmeras formas de violência contra os outros ou contra si mesmo. O suicídio tem aumentado em praticamente todos os países, por conta da desesperança, das frustrações dos desejos e esperanças, da ausência de perspectivas e até pela falta de fé em alguma divindade, não necessariamente pela falta de religiões, que - afinal - são criações humanas.

publicado por animalsapiens às 10:18

14
Fev 12
publicado por animalsapiens às 19:54

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Eloá Pimentel, um crime de gênero

Por Maíra Kubik Mano, no blog Território de Maíra:

Sabe qual é uma das maneiras de evitar os crimes de gênero? Nomear aqueles que já ocorreram como um exemplo do que não deve se repetir.

Eloá Cristina Pimentel foi assassinada pelo ex-namorado em 2008. Ele não admitia o fim do relacionamento e ela morreu simplesmente porque era mulher.

Uma pesquisa realizada pelo Ibope há alguns anos dava conta que a principal preocupação das brasileiras era a violência, dentro e fora de casa. Ou seja, habitação, mercado de trabalho e custo de vida passaram longe do topo das estatísticas.

Pudera: a cada 2 minutos, 5 mulheres são agredidas no Brasil. Segundo o DataSenado, a maioria dos agressores, 87%, é o atual ou um antigo marido/namorado.



Com Eloá não foi diferente. (Talvez apenas pela cobertura midiática 24 horas por dia, exaustiva e muitas vezes sensacionalista).

O motivo? Talvez ciúme. Segundo uma das definições do Aurélio, trata-se de um “sentimento doloroso que as exigências de um amor inquieto, o desejo de posse da pessoa amada, a suspeita ou a certeza de sua infidelidade fazem nascer em alguém”. Parece até poético, não?

Porém, na maioria das vezes, o lirismo passa longe daqueles apaixonados que estão atormentados pelo sentimento de posse. Em situações extremas, leva até mesmo à morte. Talvez por isso, as outras duas explicações do dicionário para “ciúme” sejam “emulação, competição, rivalidade” e “despeito invejoso; inveja”.

E não tem nada de romântico nisso. É funesto.

Eloá, Eliza Samudio e Mércia Nakashima foram crimes de gênero. Eles decorrem da noção de que a mulher é propriedade do homem e que, portanto, pode ser tratada como seu dono bem entender. Esfaqueada, afogada, estrangulada, metralhada.

No entanto, o que a mídia demonstra em sua cobertura – à época e atualmente, durante o julgamento – é uma total e absoluta descontextualização da situação vivida pelas mulheres. Tratam o caso como algo único, isolado do resto da sociedade, o que não é verdade.

É preciso dar nome aos bois, como diz o ditado.

 

 

 

publicado por animalsapiens às 09:51

12
Fev 12

Os nossos demônios

by Antonio Ozaí da Silva

 

 

DOSTOIÉVSKI, F. Os Demônios. São Paulo: Ed. 34, 2004 (Trad.: Paulo Bezerra)

*A leitura de Os Demônios, clássico de F. Dostoiévski, me fez pensar sobre a alcagüetagem na política. Procedimento muito utilizado no Estado Novo, quando a simples qualidade de opositor assumia ares de comunismo, foi refinado nos anos da ditadura militar. Talvez o exemplo mais cabal seja o Cabo Anselmo. Esta prática contribuiu para dizimar a oposição aos ditadores.

Este clima perdurou nos anos 1980. Naquela época fui entrevistar, num imponente edifício no centro da capital paulista, um alto membro do Partido Comunista. Ele recebeu-me com desconfiança. Questionou porque estava com o livro do imperialista Foster Dulles (Anarquistas e comunistas no Brasil) e como poderia garantir que eu não fosse da polícia. Respondi que esta já estava bem abastada de informações. Argumentei que o desconhecimento favorece o clima anticomunista da caça às bruxas. E, pensei, ele deveria ser inteligente o bastante para falar apenas o que considerasse oportuno. A entrevista foi realizada.

Esta atitude é compreensiva. Vivíamos um tempo onde a insegurança política ainda era intensa. Minha pesquisa, que resultou no livro História das Tendências no Brasil, ainda era tabu. Era uma época onde a delação como arma política assumia a forma de rótulos (afirmar pelos bastidores que tal pessoa pertencia a tal organização política poderia destruí-lo politicamente). Ocorria a espionagem pelos próprios companheiros que, em eventos políticos, observavam quem votava contra a Articulação, com quem andava e quem eram os amigos (uma vez alguém me disse: “Cuidado com fulano, ele é comunista. Não ande com ele”).

Os profetas modernos instrumentalizavam a estupidez dos seguidores. Eram estes, os que faziam o jogo sujo: espionar, caluniar, denunciar. A vítima passava a ser tratada como uma espécie de criminoso político, um traidor. Talvez os líderes, não acreditassem nestas baboseiras, mas não tinham pudor em apoiar tais práticas, desde que correspondessem aos seus interesses políticos. Havia até quem calasse, mas apoiava os acusadores.

Houve também um tempo em que a delação, feita em nome da ética, da moralidade e da legalidade, até pareceu simpática. Na organização burocrática, o delator se apega às filigranas da legalidade para destruir o outro. Além dos dividendos políticos, este recurso resultar na própria exclusão do oponente da organização. Tal prática atinge as idéias e o indivíduo, suas relações pessoais, familiares etc., extrapolando o campo da luta política.

Do ponto de vista da moral – argumento precioso para o delator – tal recurso não deixa o acusador em melhor situação que o acusado. Na verdade, na ânsia de destruir o oponente, o puritano não atenta para a baixeza do seu procedimento; não toma em conta a essência da situação; desconsidera os fatores que levam a pessoa a se insurgir contra a legalidade instituída; não questiona a própria legalidade, como se isto fosse um detalhe sem importância. O alcagüete, quando lhe interessa, adota um discurso de esquerda, antiburocrático e até mesmo questionador do legalismo.

O que está em jogo é a utilização da organização como meio, o controle de determinados cargos ou posições na estrutura burocrática que garantem o uso dos recursos e privilégios e atendem à sofreguidão dos que ocupam a vida em buscar o poder – ainda que adotem a retórica que nega o poder. O dedo-duro almeja passar por paladino da justiça. Eis como a delação assume a auréola da defesa da legalidade e é utilizada como arma que ultrapassa a política.

Mudam os meios, permanecem os fins. O maniqueísta não percebe os demônios que habitam entre nós, nem que, muitas vezes, intentando o bem, faz o mal. Vale a pena ler Dostoiévski.


* Publicado em Literatura Política e Sociedade, 09.09.2007.

Antonio Ozaí da Silva | 11/02/2012 at 18:47 | Categorias: leituras, literatura | URL: http://wp.me/pDZ7T-qx

 

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publicado por animalsapiens às 10:11

11
Fev 12
 

08/02/2012

A geografia da violência

Quando escreveu 'Geografia da Fome', em 1946, Josué de Castro, sofreu pressões para eliminar a palavra incômoda do título de sua maior obra. Contrariando a elite melindrada e gelatinosa, deixou um clássico que desnaturalizou a fome brasileira, isentando 'jeca tatus' e 'nortistas' de serem os responsáveis pela própria desnutrição. A partir daí o tema ganhou fórum de desafio político, decorrente de estruturas de poder que aboliram a escravidão, mas mantiveram direitos e riquezas concentrados na casa-grande.

De certa forma, a palavra violência substitui hoje o espaço que um dia foi ocupado pela fome como a ligadura dos desafios que enfeixam a grande questão da política brasileira: a realização plena da cidadania na vida das grandes massas do seu povo.

Como a fome, a violência é uma palavra incômoda. Muitos prefeririam não anexá-la à agenda do país, menos ainda reconhecê-la como estuário das pendências e desafios dessa década. Policiais inaceitavelmente armados reivindicando direitos - justos, diga-se - são parte desse mosaico desordenado e urgente, que inclui a macabra colheita de 100 cadáveres em cinco dias de recuo parcial do policiamento nas ruas de Salvador.

A exemplo da fome, a violência não responde a um cardápio único. Superá-la requer uma verdadeira revolução no acesso e na qualidade de bens que formam (hoje deformam) a subjetividade brasileira.

Uma escola efetivamente republicana que nivele por cima, oferecendo um mesmo ponto de partida igual para todos, por exemplo (para isso o orçamento do MEC não pode secundar a massa de recursos fiscais transferidos aos rentistas da dívida pública). Ou uma mídia pluralista capaz de democratizar a informação e a cultura, aguçando em vez de entorpecer o discernimento crítico e a subjetividade livre e independente. Serviços públicos de saúde, segurança e acessos a bens culturais que afrontem - a palavra é justamente essa, afrontar - abismos seculares escavados pela desigualdade, alinham-se como requisitos à restauração de portas da civilização corroídas pelo cupim do elitismo excludente e parasitário.

Nada se fará sem democracia e bons empregos e tampouco basta ter orçamento se o aparelho público for desastroso - colocando, como agora, no caso dos aeroportos, o governo no desgastante dilema de privatizar ou caminhar para o colapso aéreo em plena Copa de 2014. Tudo isso é relevante, mas o grande salto para o futuro consiste justamentem em admitir que a mobilidade incremental azeitada pelo sistema econômico disponível não é suficiente.

Não é que seja apenas insuficiente: é quase um suicídio social depositar a formação da subjetividade nas mãos do mercado.

A nova geografia da violência parece desmentir avanços quase épicos alcançados na redução da pobreza, da fome e do desemprego, mas não é verdade. Eles são reais. Foram e serão decisivos na reformulação do desenvolvimento brasileiro. Infelizmente, porém, não há paradoxo: o rastro da violência avança em linha com a interiorização do crescimento, do consumo e do investimento.

O fato de uma greve policial, como a de Salvador, ter gerado - se com 'ajuda' de setores grevistas pior ainda - mais de 100 homicídios em menos de uma semana confirma as dimensões da emergência política embutida nessas linhas paralelas.

A ruptura de equilíbrios precários, substituídos por impulsos mórbidos de consumo --e a indução a comportamentos anti-sociais, inoculados pelo canhão midiático-- gera confusão e endosso cego ao que o mercado difunde como sendo o novo, o desejável e o indispensável, ao preço do 'custe o que custar'. Geram, ademais, uma percepção desesperadora da desigualdade medida por paradigmas de riqueza e ócio nefastos e inviáveis.

A reiteração da sexualidade como uma dimensão utilitária, exibicionista e descartável do relacionamento humano faz parte desse desterro ético. Seu apelo lubrifica a emergência de padrões de comportamento incensados por novelas e animadores psicopatas de Big Brothers, que precipitam a baldeação de valores tradicionais para zonas cinzentas em que semi-cultura, semi-informação, mercado e barbárie se marmorizam e se alimentam em perfeita metástase social.

Se um factóide de estupro induzido e capitalizado, rende prestígio, dinheiro e admiradores aos seus protagonistas, como impedir efeitos em cascata numa subjetividade desprovida de filtros para rejeitar a fraude, a falta de ética, a corrosão do caráter e dos laços da convivência compartilhada?

O "Mapa da Violência-2012", coordenado por Julio Jacobo Waiselfisz, dimensiona essa espiral pela fita métrica da uniformização dos padrões de violência homicida no território nacional. "Seria altamente desejável se essa transformação atuasse no sentido de homogeneizar as taxas por baixo', pondera o relatório. " Contudo", constata, "se isso realmente acontece em algumas regiões do país, na maior parte dos casos, presenciamos o efeito inverso: o crescimento vertiginoso da violência em locais considerados pacíficos e tranquilos". Em 2010, o conjunto daquelas que eram até então as 17 menores taxas de homicídio da federação, superou em 25,7%, a soma das que detinham antes os índices recordes. Um exemplo ilustrativo e atual: nessa baldeação, a Bahia saltou do 23º lugar para o 3º no ranking nacional de homicídios.

A juventude fragilizada pela mistura de semi-formação e semi-maturidade é a principal vítima desse 'ajuste' pelo pior. A taxa média de homicídios na sociedade brasileira encontra-se estabilizada há alguns anos na faixa de 26 mortes por 100 mil (nada a comemorar: em 2010 foram 50 mil assassinatos; média de 137 homicídios por dia). Mas na faixa etária entre 20 a 24 anos, as coisas assumem contornos de chacina geracional: a taxa salta para 60,4 homicídios por cem mil. A violência homicida já é responsável por 38,6% de todas as mortes de jovens no país, enquanto entre os não jovens a taxa cai para 2%.

Os avanços propiciados nos últimos anos na esfera da educação, com o acesso ampliado ao ensino superior através do Prouni, bem como a disseminação das escolas técnicas, são antídotos encorajadores. A exemplo da multiplicação de vagas de trabalho, eles alargam os trilhos da mobilidade e da esperança dos que nasceram à margem deles e estavam condenados assim a viver e a morrer . Algo se move e não é pouco diante da calcificação de interditos estruturais agravados pela contração da economia internacional. Em crises anteriores, de gravidade e duração muito aquém da atual, o país despencou, a economia regrediu, a miséria aumentou. Mas os dados da violência parecem dizer que ainda não atingimos o nervo da iniquidade. Ainda carecemos de um desassombro político e programático. Um novo marco divisor que não pode ser apenas a boa gestão do ciclo anterior. Que busque inspiração no exemplo de Josué de Castro e não retire o desafio da violência do lugar que ele ocupa, queiramos ou não admitir: o incômodo corolário de estruturas e interesses que, ao incorporar ao mercado, cobram o pedágio da servidão ao consumo, magnificam o sentimento da desigualdade e selam o cativeiro de uma subjetividade desumanizada desprovida da compreensão crítica da sociedade e do seu lugar na história.

Postado por Saul Leblon às 23:11

publicado por animalsapiens às 10:16

10
Fev 12

As greves são justas quando reinvidicam melhorias para a categoria em questão, principalmente quando se encontra realmente contra a parede. Os órgãos de segurança no Brasil estão gradualmente entrando nesse processo de reinvidicações. Sem entrar no mérito, já que a mídia convencional não divulga exatamente o que diz o 'outro lado', fica difícil emitir opiniões seguras, menos ainda fazer algum juízo de valor.

 

Porém, greves dos órgãos de segurança num país como o Brasil, com seus altíssimos níveis de violência, dá o que pensar, principalmente nesse período que antecede a festa geradora de mais violências: o Carnaval, ... quando as máscaras são tiradas. Mais que pensar, dá o que perguntar. A quem interessa ver o Exército nas ruas ocupando as funções da PM e Bombeiros ? As Forças Armadas têm função específica, conforme define a Constituição, e policiar ruas não está em suas atribuições, até porque esses militares são treinados para matar e não para 'cuidar' do cidadão e do patrimônio. Há perigo.

 

As Forças Armadas entram em ação quando o Estado falha, já que as FA são o braço armado de quem está no poder e constituem seu prolongamento quando se defrontam com impasses. Negociar sempre foi, sim, mais difícil que matar. Mas, parece que no Brasil ainda não aprendemos a lição.

publicado por animalsapiens às 09:36

07
Fev 12

 

É certo que existe uma terrível desigualdade entre as forças materiais que proclamam a necessidade da guerra e as forças morais que defendem o direito à paz, mas também é certo que, em toda a História, só pela vontade dos homens a vontade doutros homens pôde ser vencida. Não é com forças transcendentes que teremos de confrontar-nos, mas sim, e apenas, com outros homens. Trata-se, portanto, de tornar mais forte a vontade de paz que a vontade de guerra. Trata-se de participar na mobilização geral da luta pela paz: é a vida da Humanidade que assim estaremos defendendo, esta de hoje e a de amanhã, que talvez se perca se não começarmos a defendê-la agora mesmo. A Humanidade não é uma abstracção retórica, é carne sofredora e espírito ansioso, e é também uma inesgotável esperança. A paz é possível se nos mobilizarmos para ela. Nas consciências e nas ruas.

José Saramago

*

publicado por animalsapiens às 20:18
tags:

http://www.outraspalavras.net/2012/02/06/ignacio-ramonet-ve-o-xadrez-das-amecas-ao-ira/

 

Matéria completa em www.outraspalavras.net , além de textos correlacionados.

publicado por animalsapiens às 10:17

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