Para falar de gente, de seres humanos, do bicho humano perfectível, apesar de tudo. Do Animal sapiens, mas a partir de agora do "Homo spiritualis", com sua fé e religiosidade muitas vezes confusa, gerando preconceitos, discriminações.

14
Out 11

Distância entre ricos e pobres

Antropólogo Marc Augé: "A distância entre ricos e pobres é cada vez mais importante, e a mesma coisa ocorre com o acesso ao conhecimento e à ciência. Eu diria que a globalização não difere muito da colonização. Vivemos um tipo de colonização anônima ou multinacional. A globalização nos emparelhou." Aqui.


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13
Out 11

Dia do Professor

Por ocasião do Dia do Professor hoje no nosso país, um abraço aos professores que eventualmente aqui passem e a quem vou permitir-me recordar Brecht: "Privatizaram a sua vida, o seu trabalho, a sua hora de amar e o seu direito de pensar. É da empresa privada o seu passo em frente, o seu pão e o seu salário. E agora não contentes querem privatizar o conhecimento, a sabedoria, o pensamento, que só à humanidade pertence." - Bertolt Brecht.

posted by Carlos Serra at 10/12/2011 12:57:00 AM 9 comments links to this 

 

 

 

 

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12
Out 11

De: deusa.ilario <deusa.ilario@uol.com.br>


                                                                                 Caminho crepuscular

Meus pés seguem o crepúsculo...

O coração a aurora...

As noites caem...

A solidão molha as estrelas com gotas de mansidão.

As mãos esquecem o calor da ternura

O coração acorda, a alma silencia...

A alegria irradia e espalha feixes de luz

O ecoar da tua voz na distante memória,

trás todas as auroras, com sabor dos beijos teus.

O azul crepuscular seguirá de mãos dadas

nas tardes, senão azuis, amarelas

e cobrirá de quimeras as nuvens que caem sobre o mundo...

O crepúsculo me chama, mas eu vou devagar
como uma noiva que caminha feliz para o altar eu vou,
meus passos envoltos na melodia da valsa,
não querem chegar
É a dança, os aplausos, a platéia
que me fazem acreditar que do portão pra lá
há sol, primaveras, carinhos, e um encantado cantinho,
também pra nós dois.
São belos os pés que rumam para o crepúsculo,
sem pressa de chegar...
publicado por animalsapiens às 21:21
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Branca de neve


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Na história original da Branca de Neve, a "madrasta malvada" (que em algumas versões não é madrasta e sim sua mãe biológica) não cai de um penhasco como é mostrado no final do filme da Disney. Ela na verdade é forçada a vestir sapatos de ferro em brasa e dançar até cair morta. Outra bizarrice nessa história é a idade da branca de neve. Na versão dos Irmãos Grimm ela tem apenas sete anos, ou seja, príncipes pedófilos eram normais naquela época. E ao invés de dar um "beijo de amor", o principie carrega o corpo adormecido, praticamente sem vida, da branca de neve para seu palácio, para que assim ela estivesse sempre com ele. Depois de algum tempo, um de seus servos, cansado de ter que carregar um caixão de um lado pro outro, resolve descontar suas frustrações dando uma baita surra na branca de neve. Um dos golpes desferidos no estômago faz com que ela vomite a maçã envenenada e assim volte à vida.
Mas de todas as mudanças feitas através dos anos, a mais sangrenta foi em relação ao coração da Branca de Neve. Nas histórias mais antigas a rainha não pedia ao caçador para trazer só ele. Ela queria também outros órgãos principais como pulmão, fígado etc... fora isso ela também queria um jarro com seu sangue. Vocês devem estar perguntando: "pra que tudo isso?". Simples, ela queria jantar a branca de neve! Bizarro não!?

A Bela Adormecida


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Essa sim tem um passado bizarro. Nas primeiras versões, ao invés de espetar o dedo numa agulha e cair desacordada, a bela adormecida tinha uma "farpa" encravada debaixo da unha. Parece uma mudança pequena, mas ela nos leva ao ponto que realmente importa. Nessa mesma versão, o príncipe não é tão encantado assim, e resolve, digamos... se satisfazer na bela ainda adormecida. Depois de satisfeito, ele simplesmente vai embora . Nove meses depois, a adormecida dá luz a gêmeos que, em busca de leite acabam acidentalmente chupando o dedo dela, retirando assim a farpa amaldiçoada.

E a coisa não para por ai, o príncipe que a engravidou (tecnicamente a estuprou) continuou voltando durante os nove meses. Quando ele chegou lá e encontrou a bela, já não mais adormecida e com duas crianças, ele decidiu se casar com ela, mas ele não poderia levá-la ao seu castelo, pois sua mãe era uma OGRA! Que tinha o hábito de comer qualquer criança que aparecesse em seu caminho.

Por isso ele esperou alguns anos até que seu pai morresse e ele virasse rei para aí então poder levar sua mulher para seu reino. E assim aconteceu, mas na primeira viagem que ele fez, sua mãe ogra resolveu fazer o que todo ogro tem que fazer: comer seus dois netos, e não satisfeita, também sua nora. Mas, com a ajuda do cozinheiro a bela acordada conseguiu se esconder até o retorno de seu marido , que quando ficou sabendo dos planos de sua mãe mandou mata-la.

Em outras versões, o príncipe na verdade já era rei, e a mãe ogra era a esposa do rei, o resto é bem parecido. A esposa ciumenta quer, como vingança, comer os dois filhos bastardos do rei, mas acaba sendo descoberta e é queimada viva numa fogueira.

Eu podia ficar nisso o resto da semana...

Cinderela


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Esse é um dos contos de fadas mais antigos já registrados, e com a maior quantidade de variações também (mais ou menos 700). Algumas versões envolvendo um peixe gigante no lugar da fada madrinha datam de 850 a.d! Em outras histórias a fada madrinha é na verdade uma árvore que nasce sobre o túmulo da mãe da Cinderela.

Uma das modificações mais brutais ocorre no momento em que as irmãs malvadas tentam calçar os sapatos de cristal para enganar o príncipe, numa versão bem bizarra da história, uma delas corta fora seus dedos do pé para calçar o sapatinho e assim enganar o príncipe. Mas ela é desmascarada pelos pássaros amigos da Cinderela, que mostram ao príncipe o sangue escorrendo pelos sapatinhos, e depois, como vingança, arrancam os olhos das duas irmãs que terminam suas vidas cegas e mancas.

Há ainda uma outra versão (na verdade, ela é tão diferente que alguns nem a consideram como uma versão, onde a cinderela era filha de um rei viúvo (algumas vezes a própria Cinderela foi quem matou a mãe) que jurou nunca mais se casar, a não ser que encontre uma mulher tão bela quanto a falecida esposa, que tivesse os cabelos cor de ouro, e que conseguisse calçar os mesmos sapatos da finada. Acaba que sua filha, Cinderela preenche todos os requisitos, então ele acaba se casando com a própria filha.

Ela, por sua vez, na tentativa de fugir do casamento com seu próprio pai velho, barrigudo e incestuoso, foge pelo mar num armário de madeira, no final ela consegue fugir, mas acaba do outro lado do mundo trabalhando como escrava na casa das irmãs malvadas, e daí pra frente começa a historia que vocês conhecem.

João e Maria


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Essa por si só já é assustadora, afinal, um pai que larga os filhos na floresta para morrer de fome não é lá o tipo de coisa que se lê para crianças certo!? Mas, numa versão mais antiga, a madrasta má, que pressiona o marido a lagar seus filhos na floresta, e a bruxa má são a mesma pessoa. Achei isso bem esquisito, mas as duas personagens tem personalidade bem similar. Outra alteração feita durante os anos foi com relação à própria bruxa que, em certa versão da história, na verdade é um casal de demônios, e ao invés de cozinhar João, eles querem estripa-lo num cavalete de madeira.

Quando o demônio "macho" sai para uma caminhada, a "demônia" manda Maria ajudar João a subir no cavalete, assim, quando seu marido voltar, tudo já estaria preparado. A esperta Maria finge não saber como colocar João deitado e pede para a "demônia" mostrar como se faz. Quando ela deita no cavalete, João e Maria a amarram e rapidamente cortam sua garganta. Depois fogem levando o dinheiro e a carroça do pobre casal de demônios.

O Flautista de Hamelin


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Nessa historia, um tocador de flautas mágico é contratado por uma cidade para livra-la de uma infestação de ratos. Ele cumpre seu papel, mas quando volta para receber seu tão suado dinheirinho, a cidade se recusa a pagar. Daí, como vingança, ele usa os poderes de sua flauta para raptar todas as crianças da cidade e só as devolve após receber seu pagamento. Até aqui tudo bonito, mensagem positiva e uma moral no fim da historia. Mas, o conto original não é bem assim, nele, o encantador não devolve as crianças depois de receber da relutante cidade. Na verdade ele faz com que elas todas se afoguem num rio. E, em algumas versões ainda mais antigas, há referencias a pedofilia em massa dentro de uma caverna escura.

A pequena sereia


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A grande diferença nesse conto está em seu final. Ao invés de se casar com o príncipe e viver feliz para sempre, a pequena sereia na verdade é abandonada por ele logo após ela beber a poção mágica que lhe transforma em mulher. Mas, como tudo tem seu preço, a poção tem um pequeno efeito colateral: durante o resto de sua vida a pequena ex-sereia iria sentir uma dor tremenda nos pés, como se eles estivesse pisando constantemente em facas. Vendo a traição, alguém oferece um punhal para que ela tenha sua vingança. Mas, ao invés disso, ela pula no mar e morre.

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publicado por animalsapiens às 11:59

11
Out 11

Artaza 11 Octubre 2011







“Levantémonos, gente del mundo”




Para el próximo 15 de Octubre está convocada una protesta no violenta a escala global (www.15october.net). Gentes de todos los continentes llenarán las calles en lo que ya constituye una experiencia pionera de movilización de alcance planetario, para “pedir una auténtica democracia” y “para poner en marcha un cambio global”.
 
“Es el momento de unirnos. Es el momento de que oigan. ¡Levantaros, gente del mundo…!”, reza la convocatoria. Sí, atendamos la invitación mundial, unámonos gentes de todas las razas y colores, levantémonos, llenemos las avenidas el próximo sábado, en esta cita sin precedentes. Colmemos los asfaltos en las 60 ciudades del Estado, en los 45 países de todos los continentes donde ya hay llamamiento, pero con los corazones desarmados de rencor y de ira, conscientes también de nuestra responsabilidad para con una civilización malograda, advertidos de que el cambio somos nosotros/as y nuestro actuar consecuente y nuestras opciones comprometidas.
 
Sí, tomemos las calles y avenidas, sabedores de que las verdaderas transformaciones arrancan en el kilómetro “0” de cada uno de nosotros/as; conocedores de nuestro inmenso potencial liberador colectivo; percatados de que ni siquiera deberemos tumbar estos bancos, esta democracia, este sistema…, sino emplearnos en la creación de sus alternativas, colmados de fe, armados de generosidad, de precisas herramientas, de manos entusiasmadas.
 
Hollemos los asfaltos, pero no olvidemos la necesidad de levantar otro mundo, precisamente donde se acaban los asfaltos y florecen los campos y la vida; donde se acaban las duras ciudades, la locura del individualismo, la incomunicación asfixiante, el “sálvese quien pueda”…, precisamente donde se acaban los coches y su avasallo, las consignas y el griterío. Algo del otro mundo comienza también cuando enmudecen las gargantas y las brazos quieren estrechar el árbol y los pies pasear el rocío y las manos por fin emplearse en construir lo nuevo. Algo del otro mundo arranca quizás, cuando culminada la protesta de afuera, de vuelta a uno mismo, hay que  hacer  acopio de fuerza, ya no para gritar más alto, sino para decir adiós a la hipoteca, a la casa enjambre, al banco codicioso, al trabajo alienante, a la vida sin ideales, a la civilización sin norte...
 
Graduemos el peso de nuestras propias palabras. No nos quedemos en casa el 15O, pero tampoco rehuyamos las responsabilidades cercanas que  nuestros lemas implican. La reivindicación afuera, bien podría ser la culminación de una exigente reivindicación en lo profundo de nosotros mismos; persuadidos de que el verbo “dar” es anterior al de “pedir”, de que hay páramos suficientes para construir lo nuevo sin necesidad de emplearnos en la demolición de lo caduco. La civilización actual se tambalearía privada de nuestro apoyo, consumo, dinero…, sobre todo privada de nuestros miedos que en definitiva la sostienen.
 
Saldremos a las calles del mundo a sabiendas del peso y la exigencia de nuestras palabras y postulados. La esperanza puede rebrotar al culminar el desfile, al comenzar a callar una algarada que se antoje algo lejana, algo vacía. Puede florecer en las mentes atrevidas, en las voluntades decididas, en los silencios desnudos ante un porvenir interpelante, ante un destino que pedirá más de nosotros mismos. Tras el griterío puede venir ese silencio cargado de mayúsculos interrogantes, silencio del alma instando a levantar, no sólo a tumbar, silencio coherente por ejemplo invitando a buscar un terreno bajo el sol, un paraje donde construir los sueños, no sólo a llenarse la boca de ellos.
 
Ya no pelear contra el banco sino construir el propio banco ético, las propias redes de servicios o colaborar con las que ya existen; ya no sólo clamar contra la crisis y los recortes, sino ver florecer la mesa con tus propios productos, ver despuntar tus propias lechugas, enrojecer tus tomates, ver tumbarse por el peso las ramas de tus manzanos.  Sí, hay vida en el gran asfalto, pero difícilmente una vida saludable, sostenible, amable y deseable para las generaciones del mañana.
 
Sí, es preciso sentirse el 15O protagonistas de un cambio global planetario sin precedentes, pero sin olvidar las implicaciones personales y los sacrificios que comporta esa transformación urgente; sin olvidar el propio compromiso que exigen las palabras paseadas por las calles o echadas al viento. Conjuguemos el verbo compartir a toda hora, en todo lugar. Levantémonos sí, pero ya no contra los de arriba, sino contra nuestras propias  limitaciones a la hora de engendrar la nueva tierra.
 
Otoño es invitación a reinventarnos de nuevo con más esmerados tonos, a recrearnos a nosotros y nuestros bosques interiores. Comienza el festival de colores en los hayedos de Kresmendi. Octubre entrañable allende la ventana y reflexión en la pantalla se disputan la mirada. Perdidos ya no sé dónde los ojos embelesados, siento que algo de esa  revolución global que se postula, consiste en que cada vez más seres podamos contemplar el amarillear de los bosques; en que podamos empapar nuestra mirada de una sinfonía y armonía que después habremos de integrar y llevar al mundo.

Koldo Aldai
www.artegoxo.org

publicado por animalsapiens às 11:56

10
Out 11

www.lernu.net

publicado por animalsapiens às 12:16

09
Out 11

Educação, Comunicação e Não-Violência

Como nos reeducar para um viver e conviver que nos liberte dos condicionamentos e possibilite estar vivos a cada instante

Por Carolina Lemos Coimbra*

Há alguns anos adquiri um ímã com a seguinte mensagem: “Escrever é um modo de falar sem ser interrompido”, atribuída a Jules Renard. Faz todo o sentido para mim. Quando por diversas razões não consigo me expressar falando, vou logo pegando lápis ou caneta e colocando tudo para fora de mim no papel.

Aí, vez em quando, partilho os escritos, não sem certo relutar. Escrever é colocar o que tenho de mais verdadeiro para fora. Tem um desnudar que é ao mesmo tempo incômodo e necessário.

E a vontade de partilhar vem crescendo. E esta coluna é esse experimento do partilhar.

Minha intenção com este espaço é investigar a Educação, a Comunicação e a Não-Violência, partindo do questionamento: Como podemos nos reeducar para um viver e um conviver que nos liberte dos condicionamentos e nos possibilite estar vivos a cada instante? Olhando para três áreas do nosso viver: a intrapessoal (relação com nós mesmos), a interpessoal (com outras pessoas) e a sistêmica (sistemas e estruturas que criamos para servir a vida e que, às vezes – mais do que eu gostaria – não servem mais e passamos a servi-los).

São investigações e estudos sobre esta questão nessas três áreas que a cada quinze dias pretendo falar sem ser interrompida aqui neste espaço. Digo que é minha intenção, porque não sei se irei de fato fazer isso. Vamos deixar rolar e ver o que vocês, leitores, trazem também para também compor esta música.

E se escrever é falar sem ser interrompida, e quando as pessoas falam e já não aguentamos mais ouvir? Talvez por isso me agrade o escrever. Existe uma liberdade já dada de parar de ler assim que o leitor quiser. Já com a fala…

Semana passada, por exemplo, estava em uma sala de aula. A pessoa que estava no papel de educadora começou a contar a história da metodologia que desenvolveu e que irá nos levar a vivenciar durante suas aulas. A história ia lá longe no passado…e a pessoa no papel de educadora falava e contava suas experiências com diversos detalhes. O meu colega ao lado no papel de educando começou a desenhar no caderno e a suspirar. Conforme o tempo ia andando ele se mexia cada vez mais até que seus pés começaram a bater repetidas vezes no chão.

Imagino que ele não estava mais interessado no que a pessoa no papel de educadora estava falando. Porém, em nenhum momento dos 30 minutos seguintes, meu colega partilhou isso com a turma. Pergunto então: o que está dado em nossa sociedade que faz com que aceitemos ficar 40 minutos ouvindo alguém que não queremos mais ouvir?

Já ouço algumas pessoas falando: “Educação, oras…Não é educado interromper”. Bom, neste caso, interromper me parece que serviria a vida deste sendo humano que estava sentado ao meu lado. E provavelmente a da pessoa no papel de educadora. Gostaria de saber de você que me lê agora: se alguém te escuta e não está mais te acompanhando (seja por que não faz mais sentido para ela, seja porque algo em sua fala chamou a atenção dela e ela está viajando em algo dentro dela que ressoou sobre isso, seja por qualquer outra razão), você gostaria que ela partilhasse isso? Não consigo imaginar alguém que preferiria ficar falando “para paredes” e acreditando que está contribuindo com sua fala quando não mais o está.

Então, porque continuamos a servir esta tal educação que nos diz que não devemos interromper? Interromper me parece ser uma atitude de servir à vida, para que ela continue fluindo onde parou de fluir…

Talvez possamos também nos perguntar: como interromper cuidando de quem está falando? E isso provavelmente nos levará para um outro texto…

Ouvi outra frase esses dias: “Fique em silêncio ou faça com que suas palavras valham mais que o silêncio”. Finalizo na esperança que esta minha partilha tenha mais valia que o silêncio e uma página em branco, que contém em si todas as possibilidades.

__
Carolina Lemos Coimbra  está investigando as relações entre Educação, Comunicação e Não-Violência, especialmente em si mesma. Encontra-se pelo e-mail carolinalcoimbra@gmail.com, no blog atovivo.wordpress.com , nas ruas e nesses textos.

 

www.outraspalavras.net

publicado por animalsapiens às 12:33

08
Out 11

 

REAL COMO A VIDA.

O VÍDEO NOS MOSTRA O QUE ACONTECE CONOSCO DE VEZ EM QUANDO: ESTAMOS TÃO IMERSOS EM NOSSOS PRÓPRIOS ASSUNTOS QUE NÃO SABEMOS APRECIAR A BELEZA QUE NOS RODEIA E PERDEMOS CONTATO COM OS DEMAIS SERES VIVOS.
 
DESCONECTE-SE PARA CONECTAR-SE É UM COMERCIAL TAILANDÊS MAS É FÁCIL ENTENDÊ-LO POIS A MENSAGEM É UNIVERSAL".
DURA APENAS 90 SEGUNDOS... VALE A PENA ASSISTI-LO!!!

http://www.wimp.com/disconnectconnect/


publicado por animalsapiens às 12:22

07
Out 11

07 Outubro 2011

Nobel da Paz para três mulheres

São elas: a activista iemenita da Primavera Árabe,Tawakkul Karman, a militante pela paz de nacionalidade liberiana Leymah Gbowee e a  presidente da Libéria, Ellen Sjohnson-Sirleaf. Confira aqui. Arranjo fotográfico meu.


Read more: http://www.oficinadesociologia.blogspot.com/#ixzz1a6WFujzm

publicado por animalsapiens às 15:01

06
Out 11

INTERNET

Cinco mitos sobre as mídias sociais

04/10/2011 na edição 662

Tradução e edição: Leticia Nunes
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O Washington Post publicou artigo do professor de estudos da informação e design Ramesh Srinivasan, da Universidade da California em Los Angeles, em que ele cita cinco mitos sobre as mídias sociais. São eles:

As mídias sociais dão poder às pessoas

Hoje, há mais de cinco bilhões de pessoas conectadas via telefones celulares, dois bilhões de internautas, 750 milhões de usuários do Facebook. É fácil interpretar estes números como indicadores de aumento de poder político e econômico. Mas o professor defende que, ainda que a tecnologia ajude bastante, não é suficiente para provocar mudanças na sociedade.

“Certamente há exemplos de como as novas tecnologias ajudam os menos favorecidos”, diz. Ele cita fazendeiros do Quênia e pescadores indianos que usam aplicativos de celular para driblar intermediários corruptos e conseguir preços em tempo real para seus produtos. Lembra de blogueiros que denunciam violações dos direitos humanos, da comunicação via redes sociais dos ativistas durante a onda de protestos nos países árabes, e da organização do movimento “Ocupem Wall Street”, contra o sistema financeiro americano, que teve início nas últimas semanas em Manhattan.

Mas para tirar melhor proveito da tecnologia, diz Srinivasan, as pessoas dependem de infraestrutura física e capital humano – incluindo aí eletricidade e educação.

Os governos facilmente monitoram e censuram as mídias sociais

O professor lembra que a internet é um meio muito mais difícil de ser monitorado do que veículos de mídia como televisão, jornais e rádio, que dependem, em grande maioria, de um sistema estabelecido de capital para funcionar. Com estes veículos tradicionais, governos podem mais facilmente detectar locais de transmissão ou impressão. Não é tão simples, por outro lado, monitorar uma plataforma formada por pessoas munidas de um laptop espalhadas pelo mundo.

O Facebook e o Twitter tornaram a Primavera Árabe possível

Ainda que as mídias sociais forneçam novas ferramentas de comunicação e engajamento a ativistas no combate à repressão, elas dificilmente são responsáveis por guiar movimentos sociais, diz Srinivasan, particularmente porque não necessariamente levam as pessoas às ruas. O professor diz que menos de 5% da população egípcia, por exemplo, usa Facebook, e menos de 1% tem conta no Twitter.

Mas ele concorda que as mídias sociais têm efeitos indiretos na mobilização de pessoas – ajudam lideranças ativistas a organizar suas redes e a mídia a moldar sua cobertura.

Apenas jovens usam as mídias sociais

No mundo ocidental, elas são usadas por pessoas de todas as idades. Nos EUA, 60% dos usuários do Facebook têm pelo menos 35 anos, e a média de idade de membros do Twitter é de 39 anos. Isso significa que grande parte da base de usuários destes sites não usava a internet até seus 20 anos de idade.

Segundo o Pew Resarch Center, dois terços de todos os adultos americanos usam redes sociais, e um estudo de 2010 descobriu que 42% dos americanos com mais de 50 anos estão incluídos nesta parcela.

As mídias sociais criam uma população global

Apesar da ideia de que a internet deveria unir pessoas de culturas e inclinações políticas diferentes, Srinivasan afirma que usuários de redes sociais raramente se aproximam de opiniões divergentes das suas.

As relações no Facebook, por exemplo, ocorrem pela ligação com amigos e interesses em comum. O sistema do site é programado para apresentar ao usuário informações e atualizações pelas quais – “acredita” o sistema – ele se interessa. A disposição das ferramentas das redes, como as comunidades e a possibilidade de ser “fã” de algo ou alguém, apenas reafirma visões políticas e culturais. Mudar isso é um desafio para as mídias sociais.

 

Do Observatório da Imprensa

publicado por animalsapiens às 12:03

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