Para falar de gente, de seres humanos, do bicho humano perfectível, apesar de tudo. Do Animal sapiens, mas a partir de agora do "Homo spiritualis", com sua fé e religiosidade muitas vezes confusa, gerando preconceitos, discriminações.

02
Jan 14

Que venha 2014 com todas as previsíveis dificuldades que teremos com os tropeços da Copa, a repressão dos órgãos de segurança pública, a manipulação da mídia, as informações seletivas, os julgamentos políticos, a impunidade, a cara de pau dos políticos, o faz-de-conta que estão fazendo reforma política e por aí afora, além da religião transformada em mercadoria ...

 

Não há motivos para grandes esperanças nesse ano que se inicia. A sedação coletiva já está em curso com  a roda que move a Copa em plena força. Um país excessivamente regulado verá sua gente reagindo de modos diferentes ao longo do ano, dos blogueiros ao crime organizado. Mas, certamente não teremos um ano assim tão tranquilo como o Governo faz parecer, principalmente ao priorizar assuntos econômicos.

 

A sociedade continua sendo vista e tratada como subprodudo da economia ... onde isso vai dar?

 

- Paulo S.

publicado por animalsapiens às 08:46

27
Set 13
publicado por animalsapiens às 11:40

13
Set 13

O chamado 'julgamento do mensalão' tornou-se um show midiático que, sem dúvida, entrará para a história dos acontecimentos pitorescos, dentre tantos que aconteceram e acontecem em Pindorama. Só um cego por vontade própria ou ignorância não percebe que o Judiciário brasileiro está preso nas próprias malhas burocráticas, na arrogância e prepotência de quem deveria dar exemplos de humildade e integridade, e que se deixa conduzir pela pressão da mídia e de interesses que visam as eleições de 2014.

 

... enquanto não baixam a lona do circo, o show deve continuar ...

 

- por Paulo Santos

publicado por animalsapiens às 11:41

13
Jul 13

Não existe nada de novo nesse campo da espionagem e contra-espionagem entre países. Isso existe desde que o mundo é mundo! O novo é a amplitude e magnitude, a sofisticação e grau de invasão até nas questões pessoais, promovida pelo país que se autopromoveu a xerife do planeta: EUA. A reação foi imediata! Repúdio de todos os países e um certo medo de usar a internet por parte das pessoas.

 

Um medo inútil, diga-se de passagem, pois a privacidade é algo que se foi com a chegada da globalização e da informatização de muitos serviços. Um simples cartão bancário dá pista de por onde andamos, o que consumimos e quanto gastamos. Portanto, Bancos sabem muito mais sobre cada um de seus clientes do que deixam transparecer.

 

Vivemos um misto de 1984, de G. Orwell, com o Admirável mundo novo, de Huxley. Tudo isso regado a Blade Runner ... num mundo de gangsterismo estatal muito sofisticado. Diante dessas circunstâncias, nem o medo se justifica, já que órgãos de segurança nacionais ou internacionais monitoram as pessoas de todos os países, veladamente ou não, e justificam tudo com um falso discurso de necessidade de proteção ao cidadão. Não é verdade; é o Estado que se protege do cidadão.

 

- por Paulo Santos

publicado por animalsapiens às 11:40

12
Abr 13

Desde o fim da União Soviética, em 1989/90, e o avanço neoliberal sobre os escombros dos países ligados a antiga URSS, tanto quanto sobre os demais países onde houvesse possibilidade de implementar o neoimperialismo anglo-germânico-saxão, que o mundo não tem paz. Depois da primeira guerra do Golfo, em 1991, todos os tipos de pretextos e mentiras têm sido usados para manter a máquina de guerra das potências ocidentais em funcionamento.

 

Agora, a bola da vez é a crise gerada(?) pelas Coreias. Enquanto o mundo aguarda, toda uma encenação de urros e ameaças entre as partes envolvidas ou interessadas, amedronta um mundo já desgastado por sucessivas guerras por conta de geopolítica, hegemonia, dominação, controle etc.

 

Vamos ver como fica mais esse caso.

 

- por Paulo Santos

publicado por animalsapiens às 12:11

14
Nov 12

Não foi a quebra de Bancos nos Estados Unidos que iniciou a atual crise financeira. Nem foi a suposta produção de armas de extermínio em massa que levou os EUA a atacarem o Iraque; nem o terrorismo da Al Qeda, ter como consequência a destruição do Afeganistão. Não foi a ausência de democracia ocidental na Líbia de Gaddafi que gerou a destruição do país com maior IDH da África, como não será o suposto enriquecimento de urânio por parte do Irã que ocasionará, eventualmente, um ataque dos EUA/Israel.

 

Sob as colinas de Golã, na Síria, existe muita água potável escoando por baixo de Israel e chegando a outras regiões, como à faixa de Gaza. Essas guerras e agressões têm outras motivações e interesses além da geopolítica e do petróleo. Água, combustível, cereais, controle de terras agricultáveis por parte dos países que estão em franco processo de esgotamento natural, como os europeus e anglo-americanos. E que ninguém se iluda, pois a América Latina é vista como reserva futura. A mentalidade colonizadora e imperialista ainda existe.

 

Enfim, o que está por trás de tudo isso é a ganância e o egoísmo humanos. A mesquinhez, o orgulho de raça, de crença ou de casta. A economia não é uma ciência oculta, mas a manipulação de interesses e um mecanismo de modulação do comportamento coletivo. Diante do risco de graves problemas ambientais, o bicho homem continua o predador de sempre. Os princípios elementares da solidariedade e do altruísmo virão, certamente, por força das circunstâncias, talvez quando já for tarde demais. As crises sociais são resultado da crise de humanidade.

 

- por Paulo Santos

 

publicado por animalsapiens às 10:02

26
Set 12

Democracia formal e prescrição hipnótica (6)

Sexto número da série. Escrevi no número anterior que  a linguagem tornou-se serva da manipulação na sociedade do espectáculo e dos rituais de linguagem. Os órgãos de comunicação de massa do neoliberalismo administram diariamente o soporífero dos atributos feiticistas que são havidos por inerentes à democracia: liberdade de expressão e eleições livres. Mediante esses atributos, a democracia formal aparece então como única e definitiva. A sociedade do espectáculo é o seu molde. Se não se importam, prossigo mais tarde. Crédito da imagem aqui.
(continua)


Read more: http://www.oficinadesociologia.blogspot.com.br/#ixzz27ZYOI6Y0

publicado por animalsapiens às 12:02

25
Set 12

Chris Hedges: Orwell estava certo. Huxley, também

Published on Monday, December 27, 2010 by TruthDig.com

2011: A Brave New Dystopia

by Chris Hedges

As duas grandiosas visões sobre uma futura distopia foram as de George Orwell em 1984 e de Aldous Huxley em Brave New World. O debate entre aqueles que assistiram nossa decadência em direção ao totalitarismo corporativo era sobre quem, afinal, estava certo. Seria, como Orwell escreveu, dominado pela vigilância repressiva e pelo estado de segurança que usaria formas cruas e violentas de controle? Ou seria, como Huxley anteviu, um futuro em que abraçariamos nossa opressão embalados pelo entretenimento e pelo espetáculo, cativados pela tecnologia e seduzidos pelo consumismo desenfreado? No fim, Orwell e Huxley estavam ambos certos. Huxley viu o primeiro estágio de nossa escravidão. Orwell anteviu o segundo.

Temos sido gradualmente desempoderados por um estado corporativo que, como Huxley anteviu, nos seduziu e manipulou através da gratificação dos sentidos, dos bens de produção em massa, do crédito sem limite, do teatro político e do divertimento. Enquanto estávamos entretidos, as leis que uma vez mantiveram o poder corporativo predatório em cheque foram desmanteladas, as que um dia nos protegeram foram reescritas  e nós fomos empobrecidos. Agora que o crédito está acabando, os bons empregos para a classe trabalhadora se foram para sempre e os bens produzidos em massa se tornaram inacessíveis, nos sentimos transportados do Brave New World para 1984. O estado, atulhado em déficits maciços, em guerras sem fim e em golpes corporativos, caminha em direção à falência.

[...]

Orwell nos alertou sobre um mundo em que os livros eram banidos. Huxley nos alertou sobre um mundo em que ninguém queria ler livros. Orwell nos alertou sobre um estado de guerra e medo permanentes. Huxley nos alertou sobre uma cultura de prazeres do corpo. Orwell nos alertou sobre um estado em que toda conversa e pensamento eram monitorados e no qual a dissidência era punida brutalmente. Huxley nos alertou sobre um estado no qual a população, preocupada com trivialidades e fofocas, não se importava mais com a verdade e a informação. Orwell nos viu amedrontados até a submissão. Mas Huxley, estamos descobrindo, era meramente o prelúdio de Orwell. Huxley entendeu o processo pelo qual seríamos cúmplices de nossa própria escravidão. Orwell entendeu a escravidão. Agora que o golpe corporativo foi dado, estamos nus e indefesos. Estamos começando a entender, como Karl Marx sabia, que o capitalismo sem limites e desregulamentado é uma força bruta e revolucionária que explora os seres humanos e o mundo natural até a exaustão e o colapso.

“O partido busca todo o poder pelo poder”, Orwell escreveu em 1984. “Não estamos interessados no bem dos outros; estamos interessados somente no poder. Não queremos riqueza ou luxo, vida longa ou felicidade; apenas poder, poder puro. O que poder puro significa você ainda vai entender. Nós somos diferentes das oligarquias do passado, já que sabemos o que estamos fazendo. Todos os outros, mesmo os que se pareciam conosco, eram covardes e hipócritas. Os nazistas alemães e os comunistas russos chegaram perto pelos seus métodos, mas eles nunca tiveram a coragem de reconhecer seus próprios motivos. Eles fizeram de conta, ou talvez tenham acreditado, que tomaram o poder sem querer e por um tempo limitado, e que logo adiante havia um paraíso em que os seres humanos seriam livres e iguais. Não somos assim. Sabemos que ninguém toma o poder com a intenção de entregá-lo. Poder não é um meio; é um fim. Ninguém promove uma ditadura com o objetivo de assegurar a revolução; se faz a revolução para assegurar a ditadura. O objeto da perseguição é perseguir. O objeto de torturar é a tortura. O objeto do poder é o poder”.

O filósofo político Sheldon Wolin usa o termo “totalitarismo invertido” no livro “Democracia Ltda.” para descrever nosso sistema político. É um termo que não faria sentido para Huxley. No totalitarismo invertido, as sofisticadas tecnologias de controle corporativo, intimidação e manipulação de massas, que superam em muito as empregadas por estados totalitários prévios, são eficazmente mascaradas pelo brilho, barulho e abundância da sociedade de consumo. Participação política e liberdades civis são gradualmente solapadas. O estado corporativo, escondido sob a fumaça da indústria de relações públicas, da indústria do entretenimento e do materialismo da sociedade de consumo, nos devora de dentro para fora. Não deve nada a nós ou à Nação. Faz a festa em nossa carcaça.

O estado corporativo não encontra a sua expressão em um líder demagogo ou carismático. É definido pelo anonimato e pela ausência de rosto de uma corporação. As corporações, que contratam porta-vozes atraentes como Barack Obama, controlam o uso da ciência, da tecnologia, da educação e dos meios de comunicação de massa. Elas controlam as mensagens do cinema e da televisão. E, como no Brave New World, elas usam as ferramentas da comunicação para aumentar a tirania. Nosso sistema de comunicação de massas, como Wolin escreveu, “bloqueia, elimina o que quer que proponha qualificação, ambiguidade ou diálogo, qualquer coisa que esfraqueça ou complique a força holística de sua criação, a sua completa capacidade de influenciar”.

O resultado é um sistema monocromático de informação. Cortejadores das celebridades, mascarados de jornalistas, experts e especialistas, identificam nossos problemas e pacientemente explicam seus parâmetros. Todos os que argumentam fora dos parâmetros são desprezados como chatos irrelevantes, extremistas ou membros da extrema esquerda. Críticos sociais prescientes, como Ralph Nader e Noam Chomsky, são banidos. Opiniões aceitáveis cabem, mas apenas de A a B. A cultura, sob a tutela dos cortesãos corporativos, se torna, como Huxley notou, um mundo de conformismo festivo, de otimismo sem fim e fatal.

Nós nos ocupamos comprando produtos que prometem mudar nossas vidas, tornar-nos mais bonitos, confiantes e bem sucedidos — enquanto perdemos direitos, dinheiro e influência. Todas as mensagens que recebemos pelos meios de comunicação , seja no noticiário noturno ou nos programas como “Oprah”, nos prometem um amanhã mais feliz e brilhante. E isso, como Wolin apontou, é “a mesma ideologia que convida os executivos de corporações a exagerar lucros e esconder prejuízos, sempre com um rosto feliz”. Estamos hipnotizados, Wolin escreve, “pelo contínuo avanço tecnológico” que encoraja “fantasias elaboradas de poder individual, juventude eterna, beleza através de cirurgia, ações medidas em nanosegundos: uma cultura dos sonhos, de cada vez maior controle e possibilidade, cujos integrantes estão sujeitos à fantasia porque a grande maioria tem imaginação, mas pouco conhecimento científico”.

Nossa base manufatureira foi desmantelada. Especuladores e golpistas atacaram o Tesouro dos Estados Unidos e roubaram bilhões de pequenos acionistas que tinham poupado para a aposentadoria ou o estudo. As liberdades civis, inclusive o habeas corpus e a proteção contra a escuta telefônica sem mandado, foram enfraquecidas. Serviços básicos, inclusive de educação pública e saúde, foram entregues a corporações para explorar em busca do lucro. As poucas vozes dissidentes, que se recusam a se engajar no papo feliz das corporações, são desprezadas como freaks.

[...]

A fachada está desabando. Quanto mais gente se der conta de que fomos usados e roubados, mais rapidamente nos moveremos do Brave New World de Huxley para o 1984 de Orwell. O público, a certa altura, terá de enfrentar algumas verdades doloridas. Os empregos com bons salários não vão voltar. Os maiores déficits da história humana significam que estamos presos num sistema escravocrata de dívida que será usado pelo estado corporativo para erradicar os últimos vestígios de proteção social dos cidadãos, inclusive a Previdência Social.

O estado passou de uma democracia capitalista para o neo-feudalismo. E quando essas verdades se tornarem aparentes, a raiva vai substituir o conformismo feliz imposto pelas corporações. O vazio de nossos bolsões pós-industriais, onde 40 milhões de norte-americanos vivem em estado de pobreza e dezenas de milhões na categoria chamada “perto da pobreza”, junto com a falta de crédito para salvar as famílias do despejo, das hipotecas e da falência por causa dos gastos médicos, significam que o totalitarismo invertido não vai mais funcionar.

Nós crescentemente vivemos na Oceania de Orwell, não mais no Estado Mundial de Huxley. Osama bin Laden faz o papel de Emmanuel Goldstein em 1984. Goldstein, na novela, é a face pública do terror. Suas maquinações diabólicas e seus atos de violência clandestina dominam o noticiário noturno. A imagem de Goldstein aparece diariamente nas telas de TV da Oceania como parte do ritual diário da nação, os “Dois Minutos de Ódio”. E, sem a intervenção do estado, Goldstein, assim como bin Laden, vai te matar. Todos os excessos são justificáveis na luta titânica contra o diabo personificado.

A tortura psicológica do cabo Bradley Manning — que está preso há sete meses sem condenação por qualquer crime — espelha o dissidente Winston Smith de 1984. Manning é um “detido de segurança máxima” na cadeia da base dos Fuzileiros Navais de Quantico, na Virginia. Eles passa 23 das 24 horas do dia sozinho. Não pode se exercitar. Não pode usar travesseiro ou roupa de cama. Médicos do Exército enchem Manning de antidepressivos. As formas cruas de tortura da Gestapo foram substituídas pelas técnicas refinadas de Orwell, desenvolvidas por psicólogos do governo, para tornar dissidentes como Manning em vegetais. Quebramos almas e corpos. É mais eficaz. Agora todos podemos ir ao temido quarto 101 de Orwell para nos tornarmos obedientes e mansos.

Essas “medidas administrativas especiais” são regularmente impostas em nossos dissidentes, inclusive em Syed Fahad Hasmi, que ficou preso sob condições similares durante três anos antes do julgamento. As técnicas feriram psicologicamente milhares de detidos em nossas cadeias secretas em todo o mundo. Elas são o exemplo da forma de controle em nossas prisões de segurança máxima, onde o estado corporativo promove a guerra contra nossa sub-classe política – os afro-americanos. É o presságio da mudança de Huxley para Orwell.

“Nunca mais você será capaz de ter um sentimento humano”, o torturador de Winston Smith diz a ele em 1984.”Tudo estará morto dentro de você. Nunca mais você será capaz de amar, de ter amigos, do prazer de viver, do riso, da curiosidade, da coragem ou integridade. Você será raso. Vamos te apertar até esvaziá-lo e vamos encher você de nós”.

O laço está apertando. A era do divertimento está sendo substituída pela era da repressão. Dezenas de milhões de cidadãos tiveram seus dados de e-mail e de telefone entregues ao governo. Somos a cidadania mais monitorada e espionada da história humana. Muitos de nós temos nossa rotina diária registrada por câmeras de segurança. Nossos hábitos ficam gravados na internet. Nossas fichas são geradas eletronicamente.  Nossos corpos são revistados em aeroportos e filmados por scanners. Anúncios públicos, selos de inspeção e posters no transporte público constantemente pedem que relatemos atividade suspeita. O inimigo está em toda parte.

Aqueles que não cumprem com os ditames da guerra contra o terror, uma guerra que, como Orwell notou, não tem fim, são silenciados brutalmente. Medidas draconianas de segurança foram usadas contra protestos no G-20 em Pittsburgh e Toronto de forma desproporcional às manifestações de rua. Mas elas mandaram uma mensagem clara — NÃO TENTE PROTESTAR. A investigação do FBI contra ativistas palestinos e que se opõem à guerra, que em setembro resultou em buscas em casas de Minneapolis e Chicago, é uma demonstração do que espera aqueles que desafiam o Newspeak oficial. Os agentes — ou a Polícia do Pensamento — apreenderam telefones, computadores, documentos e outros bens pessoais. Intimações para aparecer no tribunal já foram enviadas a 26 pessoas. As intimações citam leis federais que proíbem “dar apoio material ou recursos para organizações terroristas estrangeiras”. O Terror, mesmo para aqueles que não tem nada a ver com terror, se torna o instrumento usado pelo Big Brother para nos proteger de nós mesmos.

“Você está começando a entender o mundo que estamos criando?”, Orwell escreveu. “É exatamente o oposto daquelas Utopias estúpidas que os velhos reformistas imaginaram. Um mundo de medo, traição e tormento, um mundo em que se atropela e se é atropelado, um mundo que, ao se sofisticar, vai se tornar cada vez mais cruel”.

www.viomundo.com.br
__._,_.

publicado por animalsapiens às 11:51

10
Set 12
publicado por animalsapiens às 19:40

28
Ago 12

Os pequenos ganhos da população, os ajustes e escassas melhorias no sistema eleitoral brasileiro, de forma alguma garantem que as eleições deste ano abrem espaços para os novos candidatos. O sistema, em seu conjunto funcional, ainda privilegia as velhas oligarquias, as raposas da política, os candidatos bem municiados com dinheiro privado e público, sem contar as promessas que não serão cumpridas e a tendência à velha política vitalícia e hereditária. Sem uma profunda reforma do sistema, não adianta fiscalizar a campanha em si, ou tentar punir os violadores das leis eleitorais a posteriori. Hora de mudar !!

publicado por animalsapiens às 11:54

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