Para falar de gente, de seres humanos, do bicho humano perfectível, apesar de tudo. Do Animal sapiens, mas a partir de agora do "Homo spiritualis", com sua fé e religiosidade muitas vezes confusa, gerando preconceitos, discriminações.

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Ago 13

1 - Quando foi promulgado (Lei 8069 de 13 de julho de 1990), foi criticado por ser uma adaptação, fora de nosso contexto sociocultural, e como resposta a pressões de países europeus, dada a situação de nossas 'crianças de rua';


2 - Reduziu o poder patermaterno, contribuindo para a desestruturação familiar e quebrando a hierarquia culturalmente herdada;


3 - Terceirizou papéis familiares para instituições precárias e que, não raro, agem como se tivessem poder de polícia, aumentando a lógica da repressão e o ressentimento contra a sociedade;


4 - O aparecimento de uma geração que se sente protegida, privilegiada, com a 'Síndrome do Super-homem' (eu posso tudo), incapaz de conviver com um 'não', com limites, com frustrações, consumista e prepotente;


5 - O ECA foi sacralizado e criticá-lo atrai críticas sobre quem o faz;


6 - Contribuiu para o aumento da criminalidade infanto-juvenil e a formação de gangues de 'menores' que agem sob a sensação da impunidade;


7 - Sem obrigações ou compromissos até os 16 anos, chegam a essa idade sem interesse pelo trabalho ou pelo conhecimento;


8 - Aumento exponencial do bullying contra pais, professores e responsáveis em geral;


9 - Desrespeito pelo princípio da autoridade;


10 - Criou jovens com pouco ou nenhum compromisso político ou social, que improvisam a vida, sem planejamento, percepção de risco ou de consequências.


- por Paulo Santos

 


publicado por animalsapiens às 13:11

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